terça-feira, 9 de agosto de 2011

Projeto de lei cria o Dia do Orgulho Heterossexual. O que você acha disso?



Se o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), sancionar a lei, o Dia do Orgulho Heterossexual será comemorado no município sempre no terceiro domingo de dezembro

Equipe Eu AquiGAZETA ONLINE
foto: Sindy Cabral | CANAL EU AQUI
Dia do Beijo
O vereador Carlos Apolinario (DEM) teve o projeto de lei que cria o Dia do Orgulho Heterossexual aprovado na Câmara de São Paulo, nesta terça-feira (02). Se o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), sancionar a lei, o Dia do Orgulho Heterossexual será comemorado no município sempre no terceiro domingo de dezembro.

"A data tem o objetivo de conscientizar e estimular a população a resguardar a moral e os bons costumes", explica o vereador, que é ligado a igrejas evangélicas. 

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Sexualidade Precoce - Boneca que pode ser amamentada gera polêmica nos Estados Unidos




Folha Vitória


Foto: Divulgação
Uma grande polêmica se formou nos Estados Unidos depois do lançamento de uma boneca que pode ser amamentada. O brinquedo vem com uma blusa que possui flores na região dos seios para a criança vestir. Quando a boneca é aproximada das flores, sensores captam o movimento e ela faz movimentos e sons como se estivesse amamentando.
O lançamento aconteceu na semana passada e custa cerca de US$ 69,99 (aproximadamente R$ 110,00). A polêmica existe porque o brinquedo induziria a sexualidade precoce. A discussão chegou aos canais de TV e o apresentador Bill O'Reilly, do canal de notícias Fox News, disse que a boneca não é apropriada. Um convidado do programa chegou a dizer que o brinquedo o tinha deixado “horrorizado”.

A fabricante respondeu dizendo que o brinquedo foi feito para ensinar às meninas que a maneira mais natural de alimentar um bebê é com a amamentação.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Bancos Comunitários: Um Bem com Uma moeda de oportunidades


lessandro Almeida, entrevistado sobre compras pela internet - Editoria: Economia - Foto: Edson Chagas
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Bancos comunitários de 70 bairros do Estado terão uma nova linha de crédito que permitirá emprestar valor maior para os moradores

Mikaella Camposmalmeida@redegazeta.com.br

Estelamar Sofiate Damaceno, 44 anos, cria sozinha seus seis filhos e mais um neto com o pouco que ganha do Bolsa-Família. Desempregada há três anos, ela pensa em comprar um carrinho de pipoca para ter outra fonte de renda. O ponto de trabalho já foi escolhido: a creche que fica ao lado de sua casa.

Para realizar seu sonho, só falta o dinheiro. Com dificuldade para ser aceita pelos tradicionais bancos, a moradora do Morro São Benedito, em Vitória, será beneficiada por uma nova linha de microcrédito, o Creditar.

A taxa de juros será de 1% ao mês e o parcelamento em até 24 meses. E o melhor: não haverá burocracia. O financiamento produtivo será acessível, inclusive, para pessoas com restrições cadastrais.

A facilidade estará disponível a partir de agosto para 300 mil moradores de 70 bairros assistidos pelos bancos comunitários Bem, Terra, Verde Vida e Sol. Cada empreendedor poderá pegar no máximo R$ 1 mil para financiar o seu negócio.

As mulheres, beneficiárias do Bolsa-Família, como é caso de Estelamar, compõem o principal público-alvo do programa.

Além de gerar renda e oportunidades de trabalho nas comunidades, a finalidade do Creditar é permitir que muitas chefes de família saiam da informalidade e do desemprego.

O novo microcrédito é uma parceria do governo do Estado, Bandes, Banestes e Sebrae e será um impulso para os bancos comunitários que, sem recursos suficientes, têm passado por dificuldades.

Nesses bairros, a sede pelo empreendedorismo é tão grande que, mesmo sem o lançamento oficial do Creditar, existe fila de espera pelo empréstimo. Na Grande Terra Vermelha, em Vila Velha, 80 pessoas procuram o Banco Terra para iniciar a avaliação de crédito.

Em São Benedito, três moradores estão com o empréstimo pré-aprovado pelo Banco Bem e devem contar com recursos ainda nesta semana.

O Banco Verde Vida, em Aribiri, Vila Velha, iniciou a inscrição dos interessados. "Será nossa primeira linha de crédito", comemora o gestor da instituição João Manuel Ribeiro. Hoje, o banco funciona em sistema de troca. Famílias entregam materiais recicláveis e ganham a moeda verde para fazer compras no supermercado.

Em Vista Dourada, Cariacica, o Banco Sol, também se prepara para disponibilizar o dinheiro.

FinanciamentoPara que os financiamentos sejam liberados nas comunidades, o governo do Estado separou recursos de R$ 1 milhão. A expectativa é atender no mínimo mil pessoas até o próximo ano.

O empreendedor, ao procurar o banco de bairro, contará com apoio dos agentes de crédito na elaboração de um miniplano de negócios. A proposta será submetida a uma avaliação de um comitê formado por moradores. Se o crédito for aprovado, o Banestes vai concluir a operação, repassando o dinheiro direto ao empresário.

Se preferir, o empreendedor poderá receber a verba na moeda social que circula no seu bairro.

"Diferente dos outros créditos, o consumidor não precisará de garantia. Vamos chegar aonde nenhum outro microcrédito chega. E no futuro, o empreendedor que iniciou as suas atividades com o Creditar poderá ser beneficiado por empréstimos maiores, como Nossocrédito", explica o diretor de Crédito e Fomento do Bandes, Everaldo Colodetti.

Com dinheiro na mão, quem for financiado não será abandonado. O Sebrae ensinará o profissional a administrar o negócio. Serão oferecidas oficinas de capacitação com até quatro horas de duração, como gestão, fluxo de caixa, marketing, segundo a gerente de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae, Alline Zanoni.
foto: Gabriel Lordêllo
 Estelamar damaceno, com o filho e o neto, vai pegar um empréstimo no Banco Bem, no Morro São Benedito - Editoria: Economia - Foto: Gabriel Lordêllo

"Vou pegar o crédito para comprar carro de pipoca e ter uma renda"
Estelamar Sofiate, beneficiária do Bolsa-Família e mãe de Joabe, 10 anos, Estevão, 3, e avó de Erick, 4 meses.

700  pessoas beneficiadas
No bairro de Estelamar, o Banco Bem já atendeu a 700 pessoas com microcrédito produtivo, habitacional e de consumo.

Novos bancos

Com o Creditar, a experiência positiva dos bancos comunitários será levada para outros localidades do Estado. Até o final do ano, mais três instituições de economia solidária serão criadas.

As unidades ficarão em Domingos Martins, Nova Rosa da Penha (Cariacica) e região da Grande São Pedro (Vitória). Começam a ensaiar a criação de bancos sociais os bairros de Feu Rosa, na Serra, e Nova Betânia, em Viana.

O plano do governo é formar até 2014 uma rede com 20 bancos comunitários, incluindo o interior. O trabalho será feito em municípios pobres atendidos pelo Programa Incluir, recém-lançado pelo Estado.

"O Creditar é uma forma de apoiar os antigos e os novos bancos que estão para surgir. A cada empréstimo que fizer, as instituições ganharão uma comissão de até 4%. Além disso, vamos disponibilizar consultorias para que essas entidades sejam autossustentáveis", explica o presidente da Agência de Desenvolvimento em Rede (Aderes), Pedro Rigo.

A coordenadora do Banco Bem e gestora no Estado do projeto de expansão do crédito comunitário, Leonora Mol, afirma que será possível o crescimento. No entanto, é necessário mais investimento. Hoje, os quatros bancos existentes sobrevivem com uma verba do governo federal.

"Várias comunidades nos pedem ajuda para criarem seus bancos. Mas para este ano só temos recursos de R$ 3 milhões para aplicar em toda a região Sudeste", explica.
foto: Vitor Jubini
Alfredo Santana, Alessandra Santana, José Pedro Pascoal, trabalham numa fábrica de blocos, aberta através do crédito solidário. - Editoria: Economia - Foto: Vitor Jubini
Alfredo Santana, Alessandra Santana, José Pedro Pascoal, trabalham numa fábrica de blocos, aberta através do crédito solidário.

"Com o empréstimo, vamos consertar a máquina, aumentar a produção e ganhar mais mercado"

José Pedro Pascoal. Coordenador do Bloco Terra, fábrica que recebeu financiamento do Banco Terra


Uma nova história de vida

Nos bairros onde a moeda própria circula, uma nova realidade pode ser vista. A criminalidade e a miséria têm dado lugar para a solidariedade e para o desenvolvimento social.

Em São Benedito, por meio da moeda bem e do microcrédito, 700 famílias foram atendidas.

Além dos projetos de moda, gastronomia e construção, desenvolvidos pelo Ateliê de Ideias, associação gestora do banco, a comunidade vai ganhar um Núcleo de Áudio Visual. Vinte jovens das comunidades serão capacitados para se tornarem radialistas e diagramadores de jornais.

No bairro, um sistema de capitalização, semelhante ao oferecido pelos bancos tradicionais, pode ser adquirido pelos moradores. "A pessoa paga R$ 1 e concorre a 25 bens todo o mês", conta Leonora.

No bairro Vista Dourada, em Cariacica, o Banco Sol e o Associação Costumes Artes, conseguiu atender 80 famílias com o crédito solidário, da moeda sol. Entre os trabalhos desenvolvidos na comunidade, segundo a agente de crédito Normeliana Santos, estão o artesanato de fibra de banana e a produção de sacolas ecológicas.

Eles sonham em abrir empregosO trabalho pesado na Bloco Terra não para. Com o Creditar, a fábrica, que fica em Terra Vermelha, vai consertar o equipamento para aumentar a produção de 400 para mil blocos por dia.  A empresa vende tudo o que produz para moradores e comércio do bairro. Cada bloco custa R$ 0,90, 25% mais barato que no mercado tradicional. O lucro médio é de R$ 500 por mês para cada um dos cinco sócios. "Deixamos de vender por não ter estoque. No futuro, queremos uma máquina semiprofissional e empregar  mais gente", diz José Pedro Pascoal, sócio junto com Alessandra e Alfredo Santana no negócio. A Terra Bloco iniciou em novembro de 2010 com  financiamento do Banco Terra. A instituição financeira, segundo o agente de crédito Itamarcos Coutinho, já liberou 78 créditos. "Estamos até sem recurso para atender à intensa procura".





Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/07/noticias/a_gazeta/economia/919864-bancos-do-bem-uma-moeda-de-oportunidades.html

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A cada quatro dias, um Idoso é Roubado por Parente



Em segundo lugar nas estatísticas de crimes contra pessoas com mais de 65 anos aparecem discussões e xingamentos, com 41 casos, seguidos de agressões físicas

AGÊNCIA ESTADO



A cada quatro dias, chega ao conhecimento da Polícia Civil da capital paulista uma queixa de idoso roubado por parente ou conhecido. Os casos de cartão bancário usado indevidamente ou empréstimo contraído por familiares lideram o ranking de crimes contra pessoas da terceira idade na cidade de São Paulo no primeiro semestre. Dos 180 registros policiais feitos por idosos 43 se referiam a esse tipo de crime.

Em segundo lugar nas estatísticas de crimes contra pessoas com mais de 65 anos aparecem discussões e xingamentos, com 41 casos, seguidos de agressões físicas (35). Os demais estão relacionados a abandono, maus-tratos, discriminação e má qualidade no atendimento clínico, hospitalar e de planos de saúde. Os números podem ser ainda maiores, pois há quem prefira não levar a história à polícia.


"A maior parte dos extravios de cartões de banco tem a ver com filhos e netos", diz o presidente do Conselho Municipal do Idoso Marcel Thomé, de 73. Alguns anos atrás, afirma Thomé, parentes se apoderavam até do cartão de ônibus do idoso. "Agora, a Prefeitura mudou o cartão. Mas tinha parente que andava com o cartão do transporte para lá e para cá."

Segundo Thomé, muitos idosos evitam fazer queixas, porque temem não receber mais visitas da família. "É difícil denunciar o próprio filho." O Conselho Municipal registra de 20 a 30 denúncias de maus-tratos por dia, média de uma ligação por hora. No fim do mês, são mais de 800 casos. "Há muitos maus-tratos em asilos. Quando é questão de dinheiro pego indevidamente, encaminhamos para delegacias."

domingo, 31 de julho de 2011

Projeto de Lei que veta músicas ofensivas às mulheres depende de uma assinatura

Deputada Luiza Maia
Deputada Luiza Maia
O projeto de lei da deputada estadual Luiza Maia (PT-BA) que pretende proibir que o governo do Estado e prefeituras baianas contratem bandas que executam músicas com letras ofensivas às mulheres depende da assinatura de mais um deputado para entrar na pauta de votação da Assembleia Legislativa da Bahia.
Com o retorno dos trabalhos na Assemblia na próxima segunda-feira (1ª), a deputada espera chegar à 32ª assinatura para encaminhar o projeto para votação ainda neste semestre. Se o projeto for aprovado, dezenas de bandas de pagode baiana podem deixar de participar de eventos financiados por prefeituras e pelo governo do Bahia.
Em entrevista ao Correio24horas, a deputada disse que gosta de sonoridade do pagode, mas não consegue compreender como alguns artistas se dedicam a compor músicas que ofendem as mulheres. Fã de Chico Buarque, Luiza Maia crê que a política também é uma forma de educar e é isso que ela pretende fazer com a proibição.
Já André Ramon, vocalista da LevaNóiz, disse em entrevista à TV Bahia que as suas músicas transmitem alegria para o público. “A maldade está na cabeça das pessoa, porque o intuito da gente não é levar maldade para as pessoas, e sim alegria”, declarou o artista. O projeto também é criticado por outros artistas, que acham que a proposta da deputada deve ser amadurecida através de debates.
Na cidade de Camaçari, quando a deputada era vereadora, o então prefeito Luiz Caetano decidiu, após um debate com os vereadores do município, adotar a medida e não contrata bandas que cantam letras que desvalorizem ou exponham as mulheres a constrangimentosdesde 2004, segundo Luiza Maia.
Na Assembleia, o projeto está sendo analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e ainda deve passar por outras três comissões da Câmara dos Deputados para entrar na pauta de votação. Até lá, muita polêmica e discussão entre os baianos podem amadurecer o projeto, que começou a ser elaborado no dia 8 de março deste ano, no Dia Internacional da Mulher.
( Correio )

terça-feira, 26 de julho de 2011

Protetores do meio ambiente têm desconto no IPTU em cidade do ES



Lei foi aprovada em Venda Nova do Imigrante, na região Serrana.
Benefício pode chegar a 20% sobre o imóvel.

Do G1 ES
Em Venda Nova do Imigrante, região serrana do Espírito Santo morador que adotar alguma medida de proteção, preservação, recuperação do meio ambiente, ganha desconto no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU).
A lei foi aprovada este ano, e para ter o direito ao benefício é necessário fazer o cadastro na Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Venda Nova do Imigrante, até o fim de julho. A medida vale para imóveis residênciais e não residenciais.
O benefício máximo tributário será de 20% sobre o imóvel. Para ter o direito ao benefício é necessário estar em dia com as obrigações tributárias, o imóvel deverá estar ligado à rede de coleta de esgoto ou possuir sistema de tratamento de fluentes doméstico. O benefício, ainda pode ser extinto se o proprietário deixar de pagar uma parcela.
Confira os requisitos para os imóveis:
- sistema de aquecimento solar (11% de desconto)
- manutenção de área verde (7% de desconto)
- captação de água da chuva (11% de desconto)
- sistema de reuso de água (9% de desconto)
- sistema elétrico solar (11% de desconto)
- árvores nativas preservadas ou horta (7% de desconto)
- separação de resíduos sólidos (11% de desconto)

Pode Comemorar. Osasco Ganhou Sua Universidade Federal.


Aparentemente, a notícia não tem nada a ver com Jales, mas ela demonstra que, quando se tem um prefeito competente e leal com seus companheiros de partido, é possível conseguir muita coisa. Quando o deputado João Paulo Cunha(PT) ocupava a presidência da Câmara Federal, ele deixou Brasília, numa sexta-feira, e veio direto prá Jales dar apoio à candidatura de Humberto Parini. A mesma coisa fez o deputado Arlindo Chinaglia(PT), na campanha para a reeleição de Parini. E o que ambos receberam em troca, nas eleições de 2010? Receberam um passa-moleque do prefeito, que preferiu apoiar o Valdemar da Costa Neto(nem me lembro do partido dele!). 

Dizem que João Paulo e Arlindo – com justa razão - não ficaram nem um pouco satisfeitos com o papelão do nosso prefeito. E não custa lembrar que o deputado Devanir Ribeiro(PT) - outro que ajudou bastante ao  prefeito Parini e também foi vítima do passa-moleque - nunca mais deu o ar de sua graça por aqui, apesar de ter vindo à vizinha Fernandópolis umas duas ou três vezes. Também pudera, em Jales ele teve exatos 131 votos (que vergonha, hein prefeito?), enquanto em Fernandópolis recebeu o voto de quase 3.000 eleitores. Mas vamos à notícia, extraída do site do deputado João Paulo:

O campus da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) na cidade de Osasco foi inaugurado na tarde de sexta-feira, 27 de maio. A cerimônia contou com a presença do ministro da Educação, Fernando Haddad; do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara; do prefeito do município,Emidio de Souza; do secretário de Educação Superior, Luiz Cláudio Costa; e do reitor da Unifesp, Walter Albertoni, entre outras autoridades.
 
 “Hoje é um dia especial não só para mim, mas para a cidade de Osasco. Oficialmente está inaugurado o campus da Universidade Federal com quatro cursos, 320 alunos oriundos de Osasco e de vários cantos do Brasil. Um ensino de qualidade e gratuito oferecido aqui na cidade. Nenhum país consegue pensar no seu futuro se não investir na educação e preparar sua juventude. A cidade e o Brasil estão de parabéns, em particular o ex-presidente Lula, que conduziu o Brasil nos últimos oito anos e foi o grande responsável por essa expansão do ensino superior”, comentou João Paulo.
  
O campus Osasco está em funcionamento desde o dia 14 de março, com turmas nos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Economia e Relações Internacionais. Desde 2005, quando o Governo Federal anunciou o plano de expansão do ensino superior, o prefeito Emidio iniciou as tratativas, em Brasília, para que Osasco ganhasse um campus. Em todas as audiências, primeiro no MEC e depois no Ministério da Defesa (para tratar da compra do terreno para o campus), prefeito sempre contou com o apoio do deputado João Paulo.
  
O campus de Osasco é o 6º da Unifesp, instituição que foi considerada, em 2010, pelo MEC, a melhor universidade pública do Brasil. E, logo em seu primeiro vestibular, já registrou números recordes. Ao todo, os quatro cursos tiveram 15.704 inscritos. Além disso, o de Administração foi o mais concorrido entre todos os oferecidos pela Unifesp por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), com 4.866 inscritos para 40 vagas.
  
Para o deputado João Paulo, a inauguração do campus representa o desfecho de uma luta, a concretização de um sonho que contou com muitos braços para virar realidade. “O ministro Fernando Haddad, desde as primeiras reuniões que fizemos, foi muito receptivo à ideia de trazer um campus para cá. Junto com o prefeito Emidio, também me empenhei nesse sentido e hoje nosso sonho tornou-se realidade. Tenho certeza de que a população de Osasco e os alunos estão felizes”, disse o deputado.

Versiculo Biblico