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quinta-feira, 1 de março de 2012

Saúde pública em Vitória obtém a melhor nota no Índice do SUS entre as capitais


Índice lançado nesta quinta pelo Ministério da Saúde avalia o atendimento médico e estrutura. Entre os estados, o ES ficou em 5º
foto: Tiago Félix
Unidade de Saúde da Ilha de Santa Maria sem vacina triplice
Vitória obteve a melhor nota entre as capitais no índice de Desempenho do SUS
Vitória obteve a melhor nota entre as capitais no índice de Desempenho do SUS (Idsus), que avalia o atendimento em todos os municípios, estados e em âmbito nacional de acordo com uma escala de 0 a 10. A Capital capixaba obteve a nota 7,08, seguida por Curitiba (6,96) e Florianópolis (6,67). No índice dos estados, O Espírito Santo ficou em 5º lugar, com 5,79 pontos. A pontuação geral do Brasil é 5,47. 

Criado pelo Ministério da Saúde, o índice é o resultado do cruzamento de 24 indicadores que avaliam se a população está conseguindo ser atendida em uma unidade pública de saúde, além da qualidade do serviço.

Toda a estrutura – hospitais, laboratórios e clínicas – passou pela avaliação. Foram analisados 24 indicadores, como a quantidade de exame preventivo de câncer de mama em mulheres de 50 a 69 anos, cura de casos de tuberculose e hanseníase, o número de mortes de crianças em unidade de terapia intensiva (UTI) e o de transplantes de órgãos.

Os técnicos levaram em conta o tamanho da população – inclusive com plano de saúde –, a estrutura disponível e a condição econômica de cada município. As cidades foram divididas em seis grupos conforme semelhanças econômicas e de atendimento aos habitantes.

A avaliação constatou que o brasileiro ainda enfrenta muita dificuldade para conseguir uma consulta ou um exame na rede pública, o que prejudicou a média nacional, segundo técnicos do ministério.

No quesito qualidade, o problema é o atendimento hospitalar que está inferior ao dos postos de saúde, disse Reis.

Na metodologia, 60 cidades com a melhor infraestrutura e indicadores internacionais foram usadas como parâmetro para saber se o município terá bons resultados. Isso inclui aquelas onde 70% dos partos são normais. Assim, se na cidade metade do partos é cesárea, ela não será bem avaliada nesse ponto.

Os dados usados foram dos anos de 2007 a 2010, fornecidos pelas secretarias municipais. As informações de 2011 não foram computadas por estarem incompletas.

Nenhum município ou estado tirou a nota mínima (0) ou a máxima (10). O Idsus será calculado a cada três anos. Porém, o ministério pretende fornecer uma avaliação anual às prefeituras e estados, com o objetivo de estimular os gestores locais a cumprir metas acertadas com o governo federal.
Coser comemora resultado
O prefeito João Coser comemorou o resultado divulgado pelo Ministério da Saúde, principalmente pelo fato de Vitória ficar melhor colocada que as capitais da Região Sul do país, que tradicionalmente obtém melhores resultados. " Nós ficamos felizes porque é um indicador do Brasil inteiro e ele traz indicadores por grupos homogênios, portanto, nós estamos sendo comparados com outras cidades que têm capacidade de investimento e infraestrutura. Então, do ponto de vista do resultado, ele é positivo porque Vitória é a única capital que fica à frente das capitais da região Sul do País. Esse é um indicador importante, que nos motiva a continuar trabalhando e naturalmente nos motiva a continuar trabalhando e a enfrentar os novos desafios", disse.

A cobertura do Programa de Saúde da Família (PSF), com taxa de 79,4%, segundo Coser, é uma das ações que contribuíram para esse resultado. "Tem um conjunto de ações que são fundamentais para  chegarmos a esse índice. Nós estamos hoje, por exemplo, com 79,4% de cobertura no Programa de Saúde da Família. Isso é um atendimento pessoal, praticamente. Ampliamos nossa capacidade de atendimento, com ações preventivas na área de câncer de colo de útero, mamografia e pré-natal. Hoje nós temos 135 dentistas e 478 médicos, num conjunto de 3.551 profissionais.

Investimentos 

Coser revelou que a estrutura de atendimento médico será ampliado na Capital. "Já estamos fazendo a ampliação da infraestrutura, com novas unidades de saúde. Temos o centro de especialidades que vamos inaugurar no segundo semestre e ampliamos o centro de tratamento de tóxicos para 24 horas. Então, nós temos uma série de centros de especialidades que vão dando base para o atendimento às comunidades. Ao mesmo tempo, nós fizemos um concurso público e hoje temos 95% dos nossos servidores da saúde concursados. Além disso, também implementamos um plano de cargos e salários, que motiva."

Com informações da Agência Brasil
ÍNDICES DAS CAPITAIS POR GRUPO HOMOGÊNEO
Capitais
IDSUS 2012
Grupo Homogêneo
Vitória
7,08
1
Curitiba
6,96
1
Florianópolis
6,67
1
Porto Alegre
6,51
1
Goiânia
6,48
1
Belo Horizonte
6,40
1
São Paulo
6,21
1
Campo Grande
6,00
1
São Luís
5,94
1
Recife
5,91
1
Natal
5,90
1
Salvador
5,87
1
Teresina
5,62
1
Manaus
5,58
1
Cuiabá
5,55
1
João Pessoa
5,33
1
Fortaleza
5,18
1
Brasília
5,09
1
Maceió
5,04
1
Belém
4,57
1
Rio de Janeiro
4,33
1
CAPITAIS DO GRUPO HOMEGÊNEO 2
Palmas
6,31
2
Boa Vista
5,76
2
Rio Branco
5,56
2
Aracajú
5,55
2
Porto Velho
5,51
2
Macapá
5,10
2

ÍNDICES DOS ESTADOS
Unidades Federativas
IDSUS
Santa Catarina
6,29
Paraná
6,23
Rio Grande do Sul
5,90
Minas Gerais
5,87
Espírito Santo
5,79
Tocantins
5,78
São Paulo
5,77
Mato Grosso do Sul
5,64
Roraima
5,62
Acre
5,44
Alagoas
5,43
Rio Grande do Norte
5,42
Bahia
5,39
Sergipe
5,36
Piauí
5,34
Pernambuco
5,29
Goiás
5,26
Maranhão
5,20
Ceará
5,14
Distrito Federal
5,09
Mato Grosso
5,08
Amapá
5,05
Amazonas
5,03
Paraíba
5,00
Rio de Janeiro
4,58
Rondônia
4,49
Pará
4,17
Brasil
5,47

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Projeto propõe que lei que proibe som alto em ônibus de Vitória seja válida para todo o ES




TV Vitória


Foto: Reprodução TV Vitória
A música nem sempre é agradável, mas muitas vezes é compartilhada por várias pessoas em um pequeno espaço. Isso é o que acontece com frequência no transporte coletivo da Grande Vitória. Muitos usuários não se preocupam em ouvir música no modo alto falante e os outros passageiros reclamam da atitude.
 
Nos ônibus municipais da Capital isso já é proibido. Porém, a maioria dos usuários alega que não vê essa determinação ser colocada em prática. Segundo a Prefeitura de Vitória, a fiscalização fica por conta dos motoristas e cobradores. O sindicato da categoria não aprova a situação já que os funcionários têm outras responsabilidades.
A aposentada Geralda Maria da Silva comenta que realmente os profissionais não têm muito o que fazer. "Os cobradores têm medo até de falar com as pessoas que pulam as roletas", explicou.
O estudante Silvio Pereira comentou que já testemunhou o motorista tentar tomar providência. "Os meninos ouviam funk no volume máximo e a cobradora pediu para eles pararem. Eles não pararam, o motorista desligou o ônibus e disse que, se eles não parassem, ele iria chamar uma viatura. Eles desligaram o som, mas começaram a cantar", disse. 
 
A lei só vale para os ônibus municipais de Vitória e entrou em vigor há aproximadamente um ano. Agora, um projeto de lei do deputado estadual José Esmeraldo, que quer que a determinação vigore para todo o Estado, está tramitando na Assembleia Legislativa.
 
O estudante Enildo Pereira disse que escuta música sempre que pode e dá uma dica para os que gostam também poderem aproveitar sem atrapalhar quem está ao lado. "Um fone de ouvido custa R$ 10. Isso vai matar alguém?"
 
O Sindicato dos Rodoviários informou que os cobradores e motoristas não são obrigados a fiscalizar nem proibir auto-falantes dentro dos ônibus. O presidente do sindicato, Edson Bastos, disse ainda que eles são orientados a não se manifestar por conta da violência. 

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Encontro em Vitória desmistifica o tratamento de câncer

A 6ª edição do projeto acontece no próximo dia 27 e está com inscrições abertas. Saiba como participar e confira o especial sobre câncer

gazeta online



Todo tratamento de câncer faz o cabelo cair? A depressão sempre atinge os pacientes? É possível se alimentar bem e com prazer durante o processo de recuperação? E manter a alegria de viver? Até o final de 2010, segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), terão sido registrados mais de 9.000 novos casos da doença no Espírito Santo. E são muitas as dúvidas que surgem quando a pessoa se depara com esta notícia.






É justamente para responder essas perguntas, desmistificando o tratamento do câncer, que o Núcleo Especializado em Oncologia (Neon) realiza, no próximo dia 27 de novembro, a sexta edição do Projeto Conviver.

O encontro, que anualmente é realizado no Dia Nacional do Combate ao Câncer, permite a troca de experiências entre pacientes e cuidadores familiares com profissionais da área. As inscrições são gratuitas e já podem ser feitas pelo telefone 3224-5944.



O tema escolhido para a palestra deste ano foi "Depressão e câncer: como superar a doença", que será feita pela psiquiatra Letícia Furlaneto, doutora em Psiquiatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-doutora em Psiquiatria de Hospital Geral pela Rush University, nos Estados Unidos.



Além de palestra e discussões em grupo, para tirar dúvidas sobre os tratamentos com médicos e outros profissionais de saúde, os participantes terão momentos de integração, começando por uma aula de relaxamento com a professora de ioga Flávia Rodrigues. Também há espaço na programação para depoimentos de pacientes, que compartilharão suas experiências.



Oficinas



Para maior descontração, haverá ainda oficinas de pintura em seda e dança. A novidade deste ano é a oficina de culinária com a chef de cozinha Isaura Caliari, que ensinará a fazer pratos saudáveis e saborosos. No encerramento, mais diversão com uma apresentação de comédia stand up.



"Um dos objetivos do evento é desmistificar a doença. No encontro, os pacientes se deparam com histórias de vitórias, de otimismo, e tiram suas dúvidas sobre o tratamento. Eles perceberão que dá para viver bem mesmo com o câncer", observou o oncologista Wesley Vargas Moura.



Serviço:



Quando: 27 de novembro, Dia Nacional de Combate ao Câncer, das 8h às 13h

Onde: Centro Educacional Primeiro Mundo, na rua Constante Sodré, 655, Santa Lúcia, Vitória

Inscrições: são gratuitas e podem ser feitas pelo telefone 3224-5944

Vagas: Limitadas



Programação



8h - Recepção e entrega do material

8h20 - Boas-vindas do Neon (abertura)

8h30 - Relaxamento, com ioga

9h - palestra "Depressão e câncer: como superar a doença"

9h45 - Discussão sobre o tema e tira-dúvidas

10h15 - Depoimento de paciente

10h30 - Coffee break

11h - Discussões de grupo, com pacientes, médicos e farmacêutico

11h30 - Oficinas de pintura em seda, culinária e dança

12h30 - Momento de descontração com apresentação de comédia stand up

13h - Encerramento, com sorteio de brindes

Versiculo Biblico